A cena teatral nas periferias da cidade de São Paulo se fortaleceu nos últimos anos. Com a falta de equipamentos de cultura e lazer descentralizados, grupos e coletivos formados pelos próprios moradores fazem da valorização do território pauta para suas criações.

Esse é o caso do Grupo Pandora de Teatro, uma companhia com intensa produção artística que conta principalmente a história do bairro de Perus, na zona noroeste da capital paulista. Em 2016, com a colaboração dos moradores e ajuda de diversos coletivos, o grupo realizou a revitalização de um espaço abandonado pelo poder público. Assim nasceu a Ocupação Artística Canhoba, sede do coletivo e um ponto de cultura para o teatro e outras manifestações artísticas.

“A importância de um trabalho com criação teatral, arte e cultura na periferia é a ampliação de horizonte e de imaginário. De pensar: ‘Eu tenho orgulho de onde eu moro porque tem uma porção de coisas muito boas, positivas e com muita qualidade’”, conta a atriz e integrante do grupo Caroline Alves.

Neste vídeo, o Instituto Claro foi conhecer o Espaço Canhoba e conversou com os integrantes do Grupo Pandora de Teatro sobre a importância da formação de público e da potência educativa dos espetáculos de teatro na periferia.

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