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Estimular os alunos a se expressarem por meio da produção textual e das declamações de poesias. Este é o objetivo do projeto “Slam Altino: ninguém cala o nosso grito”, na EMEF Altino Arantes, localizada na zona leste de São Paulo (SP). A proposta foi criada em 2018, depois de questões relacionadas a direitos humanos e diversidade tornarem-se conteúdos interdisciplinares nas aulas de informática, artes e língua portuguesa.

Entre as atividades desenvolvidas, a poetry slam (na tradução, “batalha de poesia”) acabou caindo no gosto dos alunos. “É como se fosse uma onomatopeia do bater da porta, slam (em inglês). Tem essa conotação de pé na porta”, conta o professor de artes Ormuz Junior. Por meio dos poemas, os estudantes retratam questões de seu cotidiano e abordam temas como racismo, preconceito religioso e machismo.

O resultado do trabalho foi tão positivo que, atualmente, os estudantes são convidados para apresentarem suas poesias em diferentes lugares. “Passou da hora da escola reconhecer novos letramentos, outras formas de expressão. O fazer pedagógico fica muito mais rico”, diz o professor de informática Joines Gustavo Gárcia.

Veja também:
Plano de aula: Slam, poesia falada

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