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O Brasil conta hoje com mais de 147 milhões de eleitores, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A prática da escolha dos governantes acontece, no entanto a qualidade do nosso regime democrático parece não ocorrer muito bem. O país ocupa apenas a 49ª colocação no Índice de Democracia de 2017, elaborado pela unidade de pesquisas da revista britânica “The Economist”. O sistema de pontuação leva em conta critérios como processo eleitoral e pluralismo, liberdades civis, funcionamento do governo e a cultura, além da participação política da população.

Em relação a esse último aspecto, o Brasil vive um período de reflexão, em que os mecanismos devem ser repensados, pois muitos deles não geraram bons resultados, argumenta o professor de ciências humanas da Universidade Anhembi Morumbi Thiago Henrique Desenzi. Isso não significa, no entanto, que eles devam ser abandonados, mas sim aprimorados. “A participação é uma ferramenta que auxilia a democracia a caminhar em um sentido mais próximo à população”, diz.

Na entrevista, o pesquisador fala sobre o surgimento do conceito moderno de democracia participativa, aponta os mecanismos para sua aplicação previstos pela Constituição brasileira e acredita ser importante a complementaridade entre representação e participação para o funcionamento de uma democracia saudável.

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