A fitoterapia, técnica que estuda as funções terapêuticas das plantas para prevenção e tratamento de doenças, é uma realidade no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2006, quando foi criada a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Essa iniciativa estabeleceu diretrizes e normas para a utilização dessas terapias complementares, capacitando médicos, nutricionistas, farmacêuticos, dentistas e outros profissionais na indicação de fitoterápicos aos pacientes.

Segundo a farmacêutica Patrícia Miyashiro, as plantas e medicamentos fitoterápicos estão na Farmacopeia Brasileira, um documento oficial com as normas e os padrões de qualidade, pureza e identidade dos medicamentos utilizados no Brasil. Ela explica que todas plantas medicinais receitadas têm eficácia comprovada. “De forma alguma a gente trabalha com misticismo ou com o uso da planta sem conhecimento, ou que [o uso] não é certo cientificamente”, completa. 

Em conjunto com outros profissionais capacitados, Miyashiro trabalha no projeto Farmácias Vivas, que promove atividades de educação em saúde e orienta a população sobre o uso correto das plantas medicinais. As atividades do grupo acontecem quinzenalmente na horta da Unidade Básica de Saúde Jardim Miriam II, na zona oeste de São Paulo (SP). 

O Instituto Claro foi até a horta medicinal da UBS Jardim Miriam II para entender o que é e como funciona a fitoterapia, além de mostrar como acontece a promoção do uso racional de plantas medicinais na rede pública de saúde.

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