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A moradia é um direito assegurado pela Constituição Federal do Brasil. Em seu artigo 6º, o documento é colocado junto com outros direitos sociais, como a saúde e a educação. Atualmente, no entanto, o direito à moradia é negado a quase oito milhões de brasileiros, segundo dados divulgados no início do ano, da última pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Esse é o número do déficit habitacional no país, um recorde, de acordo com o levantamento, que analisou dados de 2007 a 2017.

“O debate sobre moradia como uma política pública universalizada está em muita desvantagem em relação a outras políticas setoriais”, avalia o professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP), Renato Cymbalista. O especialista responde seis perguntas sobre o tema e afirma que há consenso sobre a necessidade de fornecimento pelo Estado de serviços de saúde e de educação para quem não pode pagar, mas que o mesmo não ocorre com a questão da moradia. Para Cymbalista, é necessário construir saídas por parte do Estado e da sociedade civil que promovam a ideia da moradia como um serviço público.

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