Confira o vídeo com Libras e audiodescrição:

Os aplicativos que oferecem diferentes serviços – como transporte e entregas – já entraram na rotina de grande parte dos brasileiros. Ao mesmo tempo em que conquistam mais usuários, as maiores plataformas em operação no país contam com quase 4 milhões de trabalhadores cadastrados, segundo a Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em abril de 2019. Os dados mostram que esse número equivale a 17% dos 23,8 milhões de brasileiros que trabalham como autônomos.

Para o entregador Joleandro Pimentel de Oliveira, não há muita diferença entre o trabalho para o aplicativo e suas ocupações anteriores. “Eu passei a minha vida fazendo bicos. Então, para mim não muda muita coisa” conta ele, que trabalha em média 12 horas por dia.

Essa também é a carga horária do motorista Reginaldo Pires da Silva. Ex-funcionário de uma indústria farmacêutica, encontrou nos aplicativos de transportes uma forma de conseguir pagar as contas enquanto busca se recolocar no mercado. Mas diz que para dar conta da jornada de trabalho necessária para ter os ganhos esperados, não pode “se dar ao luxo de ficar doente”.

Esse fenômeno já é chamado por especialistas de uberização das relações de trabalho. Acompanhe no vídeo as histórias de três trabalhadores para entender mais sobre essa realidade!

Confira o vídeo com Libras e audiodescrição:

0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments

Talvez Você Também Goste

Promover projeto de vida para ex-presos é um meio para recuperar cidadania

Três mudanças sustentáveis para adotar no dia a dia

Faltam políticas públicas para garantir saúde a idosos LGBTI+

Receba NossasNovidades

Receba NossasNovidades

Assine gratuitamente a nossa newsletter e receba todas as novidades sobre os projetos e ações do Instituto Claro.