O reconhecimento facial está cada vez mais presente do dia a dia as pessoas, com a promessa de otimizar processos comuns, como o embarque no aeroporto, acesso a estádios de futebol, portarias de prédio e ao transporte público, além de facilitar a utilização de aplicativos de banco. A tecnologia também tem sido usada em multidões para identificar fugitivos ou pessoas em conflito com a lei, fato que ainda é alvo de debates.

“Uma desvantagem é que por ser uma tecnologia automatizada, ela é baseada em dados que podem ser enviesados porque são compostos majoritariamente por homens brancos ocidentais. Isso faz, muitas vezes, a tecnologia errar. Mulheres, negros, asiáticos, crianças, esses públicos têm taxas de erro muito elevadas no reconhecimento enviesado”, alerta a coordenadora de pesquisa, privacidade e vigilância no InternetLab, Bárbara Simão.

Veja também nessa entrevista as vantagens dessa tecnologia – como o acesso fácil a aplicativos por idosos e pessoas com deficiências – e o processo de regulamentação.

Crédito da imagem: Atrás da Moita Filmes

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