A partir de uma mudança pessoal, duas mulheres em São Paulo decidiram reunir pessoas para uma vida sem telas, ainda que somente por algumas horas. “Eu já estava num processo quase algorítmico da minha existência. Eu não sabia se aquele lanche que eu estava pedindo era o que eu queria ou o que a rede social tinha me indicado. Eu estava sentindo falta de autenticidade na minha vida”, define a cofundadora da ONG Casa Offline Carolina Thomaz.

“No geral, as pessoas estão em busca de conexão. A gente quer se relacionar, olhar no olho, ter uma boa conversa. No fundo, o humano, a química humana, quer o olho no olho, o toque. Dentro das pessoas tem a vontade da troca”, explica cofundadora da Casa Offline Greta Lopes.

A partir dessa perspectiva, elas reúnem pessoas em atividades musicais e de dramaturgia que permitem fugir das telas por algum tempo. Até adolescentes, público conectado 24 horas por dia, conseguem mergulhar para fora das telas, como a estudante Mayla Rosa Oliveira, 15 anos: “Quando a gente percebe que a sincronia está dando certo é muito gostoso. Aqui eu só pego o celular para ver as horas”, conta.

Assista nesse vídeo a essas e outras histórias e conheça o trabalho desenvolvido pela Casa Offline com atividades sem o uso de telas.

Crédito da imagem: Atrás da Moita Filmes

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