Como os professores devem abordar a história sem fazer proselitismo religioso? "A resolução não é deixar de falar dos fatos religiosos, pois ele está presente na história", de acordo com a doutora em filosofia e história da educação pela Universidade de São Paulo (USP) Roseli Fischmann. “O Estado e a religiosidade juntos era característica do Império e da Colônia no Brasil”, exemplifica o mestre em ciências religiosas Ascânio João Sedrez.

 
No entanto, ele admite que não é fácil abordar certas temáticas como a presença dos jesuítas na América: “A questão dos jesuítas é polêmica? Então, que se apresente a polêmica. Também, não ensinar o evolucionismo, porque a Bíblia diz que foi de outro jeito, aí sim há uma interferência”, pontua.
 
"A laicidade do Estado é uma forma de acolhimento de todas as diversidades, de todas as diferenças. Se isso for seguido, conseguimos uma escola mais inclusiva, que vai primar pela proposta ética de respeito a todos”, finaliza Roseli.
 
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