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A renda é um fator determinante para a permanência de jovens de 15 a 17 anos na escola. É o que mostram os dados da Síntese de Indicadores Sociais 2019, divulgados em novembro de 2019, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o estudo, 11,8% dos jovens mais pobres tinham abandonado a escola sem concluir o ensino médio em 2018. Esse percentual é oito vezes maior que o dos jovens mais ricos (1,4%). No país, cerca de 737 mil pessoas nessa faixa de idade estavam nessa situação evasão escolar no ano passado.

“As famílias fazem muito para que as crianças frequentem a escola, isso as pesquisas vêm mostrando. Porém, quando chega ao ensino médio, existe uma coisa premente, que é a sobrevivência”, avalia a coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Unicid em São Paulo, Vanda Mendes Ribeiro. “E essa questão do trabalho acaba pesando mais para o menino, o que também é uma questão cultural, do que sobre as meninas, embora também pese sobre elas”, completa

Na entrevista, a pesquisadora fala sobre o perfil dos alunos que abandonam a escola, aponta os fatores que contribuem para a reprovação e para o abandono, além de comentar iniciativas exitosas, no Ceará e em Pernambuco, em lidar com a questão.

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