Novas tecnologias, dispositivos, plataformas, programas e aplicativos vêm possibilitando constantemente a criação de diferentes formatos que algumas vezes incorporam a literatura e o modo de escrita tradicional; mas, em outras, a reinventam e produzem um modelo híbrido com outros meios.
As narrativas digitais são ótima estratégia para estimular o aprendizado dos alunos, combinando a arte de contar histórias aplicada a um contexto multimídia, em que imagens, sons e movimento ampliam e complementam o texto escrito. Na maioria das vezes, o resultado é um vídeo curto que recorre a imagens, sons, animações e vídeos para narrar uma história.
As novas possibilidades expressivas vêm sendo abertas a partir da criação e popularização de ferramentas narrativas voltadas para o meio digital e há dois aplicativos muito interessantes para iPads, intitulados
Puppet Pals, e
Puppet Pals 2, que são um teatro de bonecos ou marionetes digital.
Há uma grande variedade de conjuntos de personagens e é possível selecionar qualquer imagem ou fotografia, recortá-la, utilizando a ferramenta de recorte, e transformá-la em um personagem para o seu teatro de bonecos. O app apresenta alguns fundos, que podem ser complementados por qualquer imagem ou fotografia utilizada pelo usuário.
Antes de iniciar a cena, devem-se separar os personagens que farão parte da narrativa e colocá-los ao redor do cenário para, durante a execução da cena, que pode ser narrada, seja fácil inseri-los e retirá-los do palco.
Sugerimos a criação de um roteiro com a seleção dos personagens, seus momentos de aparição em cena, assim como a definição de suas falas. Isso feito, realizam-se as gravações das cenas.
É possível que cada aluno crie seu teatro de marionetes, assim como também fica interessante se puderem fazer em grupo, dando vozes diferentes a cada um dos personagens.
Ao término da gravação das cenas, é possível salvar a narrativa, com o vídeo, testá-la no próprio dispositivo e posteriormente enviá-la por email ou publicar diretamente em uma rede social, para compartilhar não só entre os colegas de turma, mas com toda a comunidade.
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