O fator mais importante para os pais brasileiros na hora de escolher a escola de seus filhos é a qualidade dos professores (50%), seguido da distância de casa (43%), dos atributos das atividades (28%), bons resultados em provas e exames externos (23%) e, em última posição, um ambiente feliz para as crianças (20%). Essas foram as conclusões de uma pesquisa, em inglês, que ouviu mais de 27 mil pais e mães de 29 países, realizada pela Varkey Foundation, entidade que anualmente promove o Global Teacher’s Prize.
De acordo ainda com o documento, pais de alunos de Uganda, Peru, Brasil e Coreia do Sul são os que dedicam menos tempo auxiliando os filhos em tarefas solicitadas pela escola. Dos mil pais brasileiros entrevistados, 46% pensam que não passam tempo suficiente auxiliando na educação dos filhos, contra 31% da média global. Apesar disso, 24% dos entrevistados disseram dedicar entre quatro a sete horas auxiliando os filhos com lições de casa, 23% afirmaram gastar mais de sete horas, 22% nenhum tempo, 20% de dois a quatro horas, 10% até duas horas e 2% menos de uma hora.
Preocupações
Mais da metade dos pais de Uganda, África do Sul e do Brasil qualifica a educação como bastante pobre ou muito pobre. Sobre as preocupações que mais afligem os pais brasileiros em relação aos seus filhos na escola, 48% responderam “a segurança pessoal da criança”. O país apresentou a porcentagem mais alta dessa resposta entre as nações ouvidas no levantamento, sendo que a média global é 34%.