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Um mundo de especialistas em objetos de estudo cada vez menores. Essa realidade é motivo de reflexão do pensador francês Edgar Morin (1921). Criador de uma teoria do conhecimento que busca se adequar às exigências do mundo contemporâneo, a produção de Morin aponta para a importância de reconectar os saberes, fazendo com que os estudantes sejam capazes de ter acesso aos conhecimentos específicos, mas sem perder de vista o todo.

O filósofo faz uma crítica ao modelo de pensamento e ciência vigente na sociedade e que nasceu com base nas ideias de René Descartes (1596-1650). Morin propõe que o pensamento linear e fragmentado seja substituído por um pensamento complexo e transdisciplinar. Para a escola, o pensador defende um ensino baseado em grandes ideias articuladas aos menores objetos de conhecimento.

Na entrevista, que faz parte da terceira temporada da série Pensadores na Educação, a pós-doutora em ciências sociais pelo Centro Edgar Morin e professora do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Metodista de São Paulo Izabel Petraglia explica os princípios da complexidade e as conexões que a proposta de Morin tem com a educação.

Acesse abaixo os outros episódios da série:

Foucault e as relações de poder
Emilia Ferreiro e as práticas de alfabetização
Howard Gardner e as inteligências múltiplas
Perrenoud e o desenvolvimento de competências

Veja também a primeira temporada e a segunda temporada dos Pensadores na Educação

Confira o vídeo com audiodescrição:

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