Justiça climática é uma forma de entender as mudanças climáticas com foco na desigualdade: significa que pessoas e comunidades em situação de vulnerabilidade tendem a sofrer mais os impactos de eventos extremos, muitas vezes sem que tenham sido as principais responsáveis pelas causas.

No vídeo, a superintendente de Gestão Ambiental da Universidade de São Paulo (USP) Patrícia Iglecias dá exemplos de como os eventos climáticos extremos podem atingir determinadas populações de forma desigual e aponta caminhos para enfrentar o problema, inclusive no Brasil.

Segundo Iglecias, políticas públicas eficientes são necessárias para garantir justiça climática, mas isso não basta. Informação é crucial. “Se eu sair na rua e perguntar a uma pessoa o que é justiça climática, ela provavelmente não vai saber”, diz. “A justiça climática só vai de fato ocorrer se as pessoas da sociedade souberem o que é.”

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