Já faz um ano e três meses, desde o primeiro dia em que entrei naquela sala de como professor. Não saberia das aventuras que vivenciaria e nem das amizades que construiria ao lado daqueles que seriam os meus alunos. Pela razão, decidi encarar o desafio com a proposta de ser um educador mais humanizado; E pela emoção fiz de cada um deles – meus alunos – pessoas queridas e, porque não dizer, amadas. Para alguns, talvez, meu relato possa parecer utópico, mas para mim é real; Devo acordar deste sonho? Afinal, será que todos esperam mais dos seus professores? Esperam algo além de seus conhecimentos? Eu decidi doar aos meus alunos os ouvidos e os conselhos da minha amizade. (…) Uma coisa era certa, para a maioria, aquele lugar – a sala de aula – era um lugar nada amigável e prazeroso “Eles tinham aversão aos métodos tradicionais.

Não aceitavam a ideia de escrever do quadro. A sala de aula, era um ambiente que bloqueava – de alguma forma – sua expressividade e criatividade.” E com apenas 23 anos de idade, deslumbrava fazer dessa experiência uma jornada de aprendizado para mim. “Recordo que fiquei sem reação quando me chamaram pela primeira vez de professo – isso aconteceu depois de alguns meses. Foi uma das melhores coisas que ouvi na vida. Senti que a partir daquele momento era responsável pelo o que havia cativado em meus alunos…” Confesso que fiquei sem palavras. E isso só fez aumentar a minha paixão pelo meu trabalho, e querer cada vez mais impressionar, estimular e inspirar os meus alunos. “Você é mais que professor, é um mestre. Porque não te desejar feliz dia dos professores, se você nos ensina coisas todos os dias, não só sobre o curso, mas sobre a vida. E torce por cada um de nós, como se fôssemos uma família. Afinal, não é isso a função de um professor? Parabéns, te admiro muito!” afirma aluna, Camila de Assis, via facebook.

Com certeza, ser professor mudou a minha trajetória é uma das coisas mais importantes que faço na minha vida. E faço com muita coragem e amor. “A primeira turma a gente nunca esquece!” (…) Quando criança pensava em me eternizar, e escrevia para expressar minhas dores, sonhava em ter meus livros publicados. Na adolescência, pensei em ser ator e eternizado na telona dos cinemas. Agora, depois de adulto, me tornei professor para plantar um pouco do bem que há em mim nos corações dos meus alunos, e quem sabe, assim, viver por muitos anos em outras tantas vidas. E, hoje, somos todos felizes em nosso mundo: a sala de aula.

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