Paixão e Propósito O trabalho voluntário tem se tornado um importante fator de crescimento das organizações públicas e privadas. Agradeço a Deus pela oportunidade de ser facilitador voluntário de Informática e Recursos Humanos. Fazer bem ao próximo é muito gratificante. Venci a barreira da má dicção por ser portador da síndrome de Wilson, com exercícios de natação e fonoaudilogia. Aprendi que a fala não depende só da respiração, mas da harmonia de todo o corpo. Diante disto, encarei esse obstáculo. No início foi difícil, mas venci sempre com um sorriso. Numa competição de natação, 10 nadadores. O prêmio é só para os três primeiros, mas os perdedores sabem que o importante é completar a prova. “Quando você estiver lutando por algo, vá até o fim.” Sofri muita rejeição, zombaria e preconceito, mas isso fortaleceu e me levou a busca do aprimoramento nos estudos para ser alguém na sociedade. Atualmente, trabalho no STJ (concursado/89), sou pós-graduado em Direito da TI /2013, pratico natação e ainda fui e sou facilitador voluntário no STJ, dentre outros.
Com a leitura frequente de revistas sobre educação, como a Profissão Mestre www.profissaomestre.com.br,. Aprimoro meu conhecimento, pois temos que desempenhar uma tarefa que valorize o professor e o aluno. Destarte, é um desafio para ampliar e desenvolver habilidades porque como diz Peter Druk “o conhecimento não possui fronteiras”. Porém, de nada adianta ensinar e não possuir comprometimento e paixão pelo que se faz. É preciso ter propósito. Portanto, o trabalho voluntário é feito sem recebimento de qualquer remuneração ou lucro. É uma profissão de prestígio, pois o voluntário ajuda quem precisa contribuindo para um mundo mais justo e mais solidário. Renato Falcão Martins Pimentel, docente voluntário de Informática Básica e RHs no Superior Tribunal de Justiça, Brasília (DF).