Pensando em como trabalhar no presente para mudar o futuro do país e da sociedade foi que idealizamos o projeto. Vemos constantemente na mídia adolescentes, jovens e adultos com histórias e por vezes fins desastrosos por conta de um passado não digno, sofrido. Pessoas que no passado não foram ensinadas, estimuladas a se gostarem primeiro para depois gostarem ou pelo menos respeitarem o outro. Fazemos constantemente em nossa escola um trabalho caloroso de valorização a sí e ao outro, onde propomos aos alunos de 1 ao 5 ano oportunidades de se expressarem e serem respeitados dentro de suas limitações. Pois acreditamos assim que uma criança quando ensinada da sua importância a mesma se apropria de uma aprendizagem mais significativa e proveitosa. Ensinamos ás crianças desde o momento em que entram em nossa escola que autoestima se faz respeitando e sendo respeitado.

Por isso aqui trabalhamos insistentemente a regrinha de ouro que: Devem tratar aos outros como gostariam que fossem tratados. Dessa forma acontece todos os dias na entrada um encontro de todas as turmas no pátio da escola onde trata-se de temas pertinentes como: -Respeito; -Amizade; -Solidariedade; -Alegria; Amor entre outros, e assim com valores que se constroem para a vida toda são chamadas todas as turmas. Tratamos também conjuntamente de assuntos que desrespeitam e ferem a dignidade do outro. Além de sempre que possível apresentarmos para as crianças momentos culturais, artísticos, coisas que a maioria até hoje jamais teve oportunidade de presenciar. Enfim, resgatamos e expomos aqui tudo que o ser humano tem de melhor! Ensinamos a respeitar o estado de espírito do outro, a não prejudicar o outro por não estar bem e ainda aprender a falar ou não de como possa estar se sentindo.

Neste projeto, para amenizar a agressividade colocamos no corredor da escola um “saco de pancadas” onde eles podem extravasar, chutar, socar para que depois não sinta necessidade de expor essa agressividade com o colega. Foi criado neste trabalho um livro intitulado: Regimento escolar ilustrado, construído por todas as turmas, onde as próprias crianças ressaltaram o que não devem fazer, e se fizer, que sansões devem receber. Buscamos subsídios assim como nos diz o Professor José Carlos Libâneo, para construir na criança de hoje uma perspectiva que os levem a querer sair de um estado de oprimidos e sintam pessoas capazes de interferir, mudar, transformar significativamente o mundo em que vivem. Pois a sociedade

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