o projeto trabalhou nos alunos que para brincar não é necessário a supervalorização de brinquedos modernos como é explicito pela mídia.
 

No decorrer das aulas de Educação Física e Artes, relacionei os conhecimentos destas duas áreas, com o propósito de integrar a teoria e prática, assim, tive a oportunidade de trabalhar com os alunos o resgate das brincadeiras antigas, mostrando que para brincar e se divertir não é necessário o uso de brinquedos com custos financeiros altos, como é demonstrado diariamente na mídia.

O tema desse trabalho surgiu de uma necessidade apontada pelos familiares das crianças, pois, são alunos que pertencem a famílias de classe social baixa, que não possuem condições financeiras de adquirir frequentemente brinquedos para seus filhos. A maioria das crianças acreditava, antes do inicio do projeto, que para ser feliz era necessário ter brinquedos modernos para brincar. O trabalho demostrou aos alunos diferentes maneiras de se divertir criando seus próprios brinquedos: confeccionar bonecas de pano ou milho, bola de pano, pião com tampinhas de garrafas, chocalhos com garrafas pet entre muitos outros. Os alunos também conheceram brincadeiras com o uso movimentos corporais: pega-pega, feijão queimado, ladrão de fitas, brincadeiras de roda usando cantigas, cabo de guerra etc.

Por meio de filmes e imagens os alunos conheceram como era as brincadeiras no tempo de nossos pais e avós, além de terem a oportunidade de entrevistar os familiares e funcionários da escola afim de confirmarem que naquela época as crianças eram felizes brincando com simples objetos. A turma que participou do projeto organizou uma exposição brincadeiras e brinquedos antigos para toda a escola, ensinando os demais amigos as brincadeiras do passado e também, em uma oficina tiveram a oportunidade de criar um manual com várias brincadeiras que conheceram no decorrer das atividades. O projeto alcançou muitos resultados positivos, essa afirmação pôde ser feita ao observar os alunos no decorrer de suas brincadeiras e também com respaldo nos relatos dos familiares. Elas estão tomaram consciência que para brincar e ser feliz basta imaginar.

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