O artigo passa pelas mudanças culturais propiciadas pelo uso de celulares desde o final dos anos 90, passando por questões como a comodidade, a segurança e o consumismo. São abordadas também as mudanças de hábitos na coordenação das agendas e na forma que jovens se comunicam. Dado esse panorama, o texto se preocupa em entender o que faz o celular ter essa adoção tão rápida e como seu uso muda a cultura, criando uma nova língua que desafia as regras tradicionais da língua portuguesa e demais línguas nativas mundo afora. Como resultado dessas reflexões, fica mais claro o caminho que leva essa geração a encarar o poder das mídias tradicionais com um certo cinismo.

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