O artigo aborda as relações de poder que, embora nem sempre sejam percebidas, se constituem na internet. A partir daí, estuda-se o uso educativo da internet e a forma como esse uso impacta no processo de subjetivação dos alunos. Partindo de uma breve descrição das formas de relacionamento e de interação virtual mais comuns, o autor observa que a liberdade irrestrita geralmente atribuída à internet em muitos casos não se concretiza, e mostra também que a rede de computadores pode, ao contrário, levar a formas ainda mais rígidas e eficientes de poder e controle.
Local de Publicação: SciELO Brasil