O progresso vertiginoso da Realidade Virtual (RV) demonstra as sensações e experiências proporcionadas pelas evoluções tecnológicas, e o que há poucas décadas não passava de experiências básicas, agora está presente em vários campos da sociedade. Utilizada em larga escala, a RV ainda tarda a chegar às escolas do ensino básico e secundário. Esse fato, aliado às dificuldades dos alunos em Matemática e no estudo que exige pensamento tridimensional, motivou o desenvolvimento do artigo em questão. Observou-se que, apesar da convergência de estudos e opiniões sobre a utilização de novas tecnologias na sala de aula, os professores ainda adotam majoritariamente o método tradicional de “exposição de matéria”, com lousa e “imagens fixas”. Como consequência, percebeu-se que os alunos inseridos em contextos de aprendizagem tradicionais são menos estimulados a pensar, revelam pouca autonomia e uma atitude mais passiva na sala de aula. Na Educação, área de reconhecida complexidade, é importante a diversidade de estratégias e a complementaridade metodológica. O estudo mostra como a RV pode contribuir, ajudando os estudantes a adquirir competências matemáticas e sociais.
Local de publicação: Site Repositório Aberto