O texto propõe a hipótese de que trabalho e jogo podem ser considerados como dimensões de um mesmo movimento, no qual, se há oposição, também surge associação e complementaridade. Começa a ocorrer uma transformação que aproxima a realidade do jogo ao plano da profissão e da obrigação, por exemplo, com formas de atividade de esportiva que hoje podem ser identificadas como trabalho. Para compreender bem cada um dos fenômenos, é preciso enfocar o outro. O trabalho se inicia na concepção de jogo tal como contida no clássico estudo antropológico Homo Ludens, de Johann Huizinga, para depois realizar análises em torno do Ócio Criativo, de Domenico de Masi.

Local de publicação: Universidade de Santa Cruz do Sul

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