O texto apresenta uma pesquisa com professoras das chamadas classes de alfabetização e traz percepções de professoras a respeito do uso dos celulares nas escolas. Somando-se a isso, são apresentadas algumas histórias cotidianas de alunas do curso de Pedagogia de uma instituição privada narradas durante o estudo realizado. O pressuposto do ensaio é o de que um trabalho preocupado com a inclusão digital e a alfabetização deveria abordar, simultaneamente, a questão das aprendizagens da leitura, da escrita e das novas tecnologias, não como processos paralelos e/ou distintos, mas concomitantes e complementares.

Local de publicação: Revista Teias – RJ

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