A investigação sobre a utilização de tecnologias por crianças em Portugal aponta para uma crescente autonomia e individualização do uso da internet. A pesquisa mostra que ainda existem diferenças entre o discurso dos pais e dos filhos quanto às experiências online dos mais novos, principalmente no que diz respeito às experiências de risco. Evidências desta natureza realçam a importância de apostar em estratégias de intervenção e investigação centradas na perspectiva das próprias crianças. No âmbito da promoção de uma vivência online saudável, é importante integrar a agenda de oportunidades, riscos e segurança que, na visão das próprias crianças, orienta a sua relação com os meios de comunicação social, com destaque para a Internet. Neste texto apresentam-se resultados de uma investigação qualitativa em curso,da qual participaram 16 crianças entre 10 e 12 anos.

Local de publicação: Portal RepositóriUM da Universidade do Minho

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