Uma pesquisa realizada entre 1996 até 2008 identificou mais de mil estudos empíricos sobre aprendizado online nos Estados Unidos. Entre esses estudos, foram selecionados para análise aqueles que abordavam a diferença entre o ensino virtual e o presencial e mediam os resultados dos alunos. O diagnóstico desse trabalho indicou que, em geral, estudantes que usufruem de recursos online para aprender têm um desempenho modestamente melhor do que quem não utiliza essas ferramentas. A diferença na performance revelou-se ainda maior em casos que contrastavam o ensino híbrido, que incluía tempo adicional de estudo e mais instruções, e o ensino rigidamente off-line. Esses resultados sugerem que os efeitos positivos associados ao ensino híbrido não devem ser atribuídos às mídias, em si.

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