Existem no Brasil, basicamente, dois grandes modelos de EAD na formação de professores – com muitas variáveis. No primeiro, o professor aparece mais no seu papel tradicional, onde é visto pelos alunos ao vivo (teleaula) ou em aula gravada (videoaula). Além das aulas, há leituras e atividades presenciais e virtuais. No segundo modelo, o professor se comunica através de materiais impressos e digitais com tutoria presencial em pólos e/ou virtual através da internet. Ele utiliza, eventualmente, alguns vídeos. O artigo mostra os avanços ocorridos na EAD na formação de professores e faz algumas apostas para termos efetivamente uma educação a distância de qualidade.

Local de publicação: Revista Educação

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