Neste artigo, o autor discute a questão da educação empreendedora no Brasil a partir do papel de protagonista do jovem estudante na transformação da educação tradicional. Ele discorre sobre a posição das universidades nos tempos em relação à aceitação e à procura pela educação empreendedora. Ressalta que a cultura empreendedora presente no país ainda vem, boa parte, de uma herança familiar e que a Academia ainda vende o concurso público como o sonho de todo estudante bem-sucedido. Por fim, defende que o conhecimento empreendedor, apesar de não ter sido gerado no ambiente universitário, poderá ganhar uma escala bem maior se a universidade inovar e começar a disseminá-lo entre seus alunos.
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