Os preparativos para a 4ª edição do Campus Mobile começaram e as inscrições já estão abertas! Está em dúvida se vai participar da competição neste ano? Não sabe se tem o perfil adequado? Está inseguro com seu projeto? Conheça um pouco sobre essa experiência e suas vantagens e inspire-se para criar seu próprio app.

Segundo Alexandre Martinazzo, tutor do Laboratório de Sistemas Integráveis da USP (LSI-USP), para participar basta ser uma pessoa criativa com um bom plano, mas também é importante estar motivado a encontrar uma solução digital para um problema real e ter interesse pelo mundo tecnológico. “Se você não tem todas as habilidades necessárias para desenvolver um aplicativo, junte-se a alguém que tenha”, aconselha o professor.

Em relação ao nicho das criações, não existe restrição, toda ideia é bem-vinda! Existe um posicionamento da organização no que diz respeito aos setores que quer incentivar, sendo o principal deles a inovação para a educação, representada pela categoria Tecnologias Sociais. Entretanto, não há nenhum tipo de censura, os candidatos selecionados são aqueles que estão mais bem preparados e que apresentam uma concepção consistente.

Ainda em dúvida? A vivência oferecida pelo evento é um dos principais motivos para tornar-se um mobiliano! Para a Alexandre, a oportunidade de conhecer outras pessoas é um grande diferencial. É possível entrar em contato com outros jovens que compartilham os mesmos interesses, além de profissionais do mercado de tecnologia que mostram a realidade das empresas e de abrir seu próprio negócio.

Essa troca, que acontece principalmente na etapa presencial da competição, permite um desenvolvimento profissional bastante significativo a partir do compartilhamento de ideias, métodos e modelos de negócio, por exemplo.

Para Juliana Pegoraro, criadora do SenhaFácil, participar da segunda edição do Campus Mobile permitiu que ela descobrisse um novo interesse: “quando eu entrei na faculdade não me sentia tão interessada em trabalhar com computação, mas o evento foi o empurrãozinho que eu precisava para me imaginar nesse meio”.

Algo semelhante aconteceu com Iury Valls, um dos idealizadores do Offering, que aprimorou suas habilidades empreendedoras, enquanto seu parceiro Pietro Schaff ficou encarregado de desenvolver o aplicativo. “O fato de eu não ter conhecimento em programação fez com que eu desenvolvesse um lado empreendedor e, por isso, acabei focando em um plano de negócios, com faturamento, dados de mercado, ações de marketing e engajamento para o meu projeto”, explica.

Glauber Borges, que chegou ao quinto lugar na primeira edição com Carlos Daniel Reisig e o app Visi, conta que o evento lhes mostrou as técnicas necessárias e as dificuldades de criar um aplicativo e, principalmente, de abrir seu próprio negócio, que definiu como “uma tarefa difícil, mas apaixonante”. Já Douglas Batista, Jaylon Silva e Moisés Meirelles, que venceram no último ano com o Minha Leitura, veem como maior aprendizado passarem a acreditar em si mesmos, pois inicialmente não imaginavam que poderiam ter tanto sucesso nessa trajetória.

Alexandre enfatiza: “Não deixe de se inscrever de jeito nenhum”! Mesmo que você ache que sua ideia não é boa, os jurados podem pensar diferente e selecionarem seu projeto. Além disso, é uma oportunidade de tirá-la do papel e vê-la ganhando vida com o apoio de uma equipe focada nesse objetivo.

Vai perder essa chance? Inscreva-se!

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