Depois de encerrado, o Campus Mobile ainda permanece por muito tempo na vida de seus participantes. Muito menos pelos aplicativos desenvolvidos, mas pelos ensinamentos sobre empreendedorismo, que ajudam os estudantes no começo de suas vidas profissionais. Esse é o caso de Diego Bassani, criador do app Fomel Balada, e de Juliana Pegoraro, do SenhaFácil, ambos participantes da segunda edição do programa.
“O Campus Mobile influenciou muito a minha vida. Quando eu entrei na faculdade não me sentia tão interessada em trabalhar com computação, mas o evento foi o empurrãozinho que eu precisava para me imaginar nesse meio”, conta Juliana, que hoje está aprofundando seus estudos em bioinformática, em Paris. Seu app foi desenvolvido e lançado, mas não ganhou mais atualizações para que sua criadora pudesse se desenvolver na área de dispositivos médicos.
Já Diego continuou trabalhando com o aplicativo, que tem o objetivo de facilitar a vida dos jovens nas baladas, e agora está em fase final de desenvolvimento. “Aprendi muita coisa durante o Campus Mobile sobre o empreendedorismo, principalmente sobre LeanStartup, que desconhecia”, conta.
Após o programa, ele guardou dinheiro para lançar a sua empresa, a Poggers, especializada em mobile, que hoje já tem um ano de vida e três funcionários. No momento, a start up conta com mais quatro projetos próprios, como o 3 APE FIT, para usuários de academia, já pronto para ser utilizado. Você pode fazer o download aqui.
Tanto para Diego quanto para Juliana, a participação no programa foi essencial para que tivessem o ponta pé inicial da carreira e seguirem os caminhos profissionais que gostariam. “O Campus me ajudou bastante a ter confiança em mim mesma. Hoje eu sei que, com motivação e trabalho, posso atingir meus objetivos”, destaca Juliana.