Uma reportagem inovadora, em formato de quadrinhos, sobre um problema antigo. A exploração sexual infantil na cidade de Fortaleza, no Estado do Ceará, Nordeste brasileiro, uma das 12 cidades-sede da copa do mundo desse ano.
 
A ideia da reportagem da Agência Pública surgiu após uma denúncia da advogada Magnólia Said, enquanto era entrevistada sobre a importância da mulher na Copa do Mundo de Futebol. Segundo ela, casas de prostituição em Fortaleza aliciam meninas no interior e essa ação deverá crescer ainda mais com a realização das partidas de futebol na cidade.
 
Durante três meses, a equipe formada pela repórter Andrea Dip e pelo quadrinista Alexandre de Maio percorreu quilômetros de estradas do Ceará em busca da teia da exploração sexual de meninas para o Mundial.
 

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