Artigos

30.06.09

Tecnologias, Aprendizagem e Desenvolvimento Humano - Por Paulo Cysneiros

Imagine um berçário onde uma criança recém chegada ao mundo começa a chorar e outras crianças a imitam. Essa atividade e muitas outras se repetem nos dias seguintes, sendo o começo do que os psicólogos chamam de esquemas motores de ação.

Dotada biologicamente de potenciais para assimilação do mundo por meio dos sentidos e acomodação do organismo em função do assimilado, a criança desenvolve esquemas cada vez mais sofisticados, fundindo os mais simples em outros mais complexos, aprendendo a ouvir, a ver, a identificar o seio, a voz e o rosto da mãe. Isso enquanto os objetos estiverem presentes, pois no começo a criança ainda não possui esquemas mentais permanentes de sons, do berço, do quarto, das pessoas, da linguagem. É um mundo fugidio, que desaparece e aparece repetidamente.

Eventualmente ações motoras são interiorizadas e esquemas mentais, ou representações, substituem ações com os próprios objetos, tornando a adaptação mais eficiente. Mas a criança ainda não distingue bem o real do imaginário e seu mundo mental é tosco em vários sentidos – sem a lógica e as inúmeras dimensões de objetos, espaços e tempos do adulto. Até aproximadamente os quinze anos, as estruturas mentais estarão completas, embora o ser humano continue seu desenvolvimento e adaptação ao mundo durante toda a vida.

Pararei por aqui. O leitor interessado em conhecer o fascinante universo do desenvolvimento humano - cognitivo, social, emocional - pode ler nomes como Jean Piaget, idealmente textos originais, mas também por meio de boas obras didáticas.

Desenvolvimento humano e tecnologia
Um ponto raramente abordado no quadro que tracei acima é que o desenvolvimento humano ocorre num universo onde tecnologias estão presentes do nascimento à morte, antes e depois. No começo, o bebê reage ao mundo no espaço construído de “tecnologias envolventes”: um berço, um ambiente limitado por assoalhos, tetos, paredes e móveis de linhas geométricas euclidianas. Sua alimentação e higiene, luz, sons, a temperatura ambiente e os demais elementos do seu pequeno mundo também são condicionados por tecnologias. A própria criança e os humanos ao seu redor aparecem e desaparecem vestidos de diversos modos, pintados e penteados ou não, com óculos e outros objetos.

Em casa e depois na escola, o universo infantil aumenta gradativamente, saturado por símbolos alfabéticos, numéricos e outros mais, brinquedos eletrônicos, livros, papel e lápis coloridos, telas e mais telas de televisões, computadores, câmeras, celulares e outros dispositivos. São tecnologias presentes no desenvolvimento – da criança, do adolescente, do adulto – nas diversas etapas de vida até a reintegração ao universo de onde viemos.

O mundo vivido, em parte representado por meio das tecnologias da informação e comunicação – aparecendo em telas as mais variadas – é uma das grandes diferenças do ambiente cognitivo, social e emocional de hoje e aquele mundo dos humanos em desenvolvimento estudados por Jean Piaget e outros pioneiros no decorrer de todo o século passado.

Examinemos mais de perto dois recortes desse mundo - a escola atual e aquela possível com o uso criativo de Novas Tecnologias da Informação e Comunicação.
 
Concepções conservadoras de tecnologias na escola
Conheço escolas onde novas tecnologias são mais utilizadas, mas não como instrumentos de mudanças significativas, constituindo o que chamo de inovação conservadora.

Uma aula expositiva não muda muito pelo fato de ser dada através de uma tela de computador, podendo até ser pior do que ao vivo.  Livros didáticos pobres não se tornarão melhores por apresentarem um design gráfico atraente, fotos coloridas e infográficos.

A concepção mais comum de escola – apesar de discursos construtivistas – é que ensinar é repetir conteúdos, com ou sem ajuda de ilustrações, vídeos e outros recursos técnicos.  Subjacente há uma suposição mais antiga, da Filosofia clássica, que aprender é colocar conteúdos na memória através da associação de ideias.

Assim, conexões, ligações duradouras seriam estabelecidas na cabeça do aprendiz, entre os estímulos recebidos e as respostas exigidas dele. Softwares educacionais baseados nessa concepção ainda são encontrados hoje grandes em portais educativos, comercializados para redes de escolas.

Noutro plano, colocar câmeras na sala de aula para pais e gestores participarem de um Big Brother escolar pode até ser atrativo no início, mas não mudará a qualidade da aula e invadirá a privacidade de alunos e professores.

Há exemplos mais triviais, como o anúncio de uma empresa de vestuário numa revista para educadores, defendendo que a roupa pode estimular cada fase de vida de uma criança. Sem dúvida frases estampadas em camisas, cores e outros detalhes devem ser pensados, mas não são mais que acessórios marginais. São tecnologias que podem até deseducar, estimulando diferenças sociais na sala de aula, destacando do grupo os que têm recursos financeiros para exibir roupas de grife no cotidiano escolar.

A escola de hoje
O norteamericano Seymour Papert, no livro A Máquina das Crianças, notou que as telecomunicações, o lazer, os transportes e a medicina sofreram megamudanças no século passado, mas a instituição escolar é exemplo de uma área que não mudou tanto. Ocorreram mudanças sim, mas não ao ponto de alterar substancialmente a escola. Papert explora a pergunta: por que não houve mudanças acentuadas na forma das crianças aprenderem na escola?

Recentemente estive numa reunião de pais de um colégio com quase 3.000 alunos, parte de uma tradicional rede de escolas particulares. No início, o diretor falou por cerca de uma hora para um auditório de aproximadamente 200 pais (a maioria mães), depois de exibir um vídeo musicado com frases e imagens bonitas. Os pais sentados e calados – como num primeiro dia de escola – escola deles no passado e de seus filhos no presente.

No final da fala do diretor o grupo foi dividido, uma parte retirando-se para outra sala, onde por mais uma hora ouvimos – novamente calados – professores falarem sobre o que iriam ensinar durante o ano.

Não fiquei para a sessão de perguntas no final, pois haveria pouco tempo para tanta gente e seria impossível dialogar com os vários professores sobre a quantidade de informações verbais despejadas sobre nós. Para mim a reunião foi muito mais uma prestação de contas do colégio do que um diálogo com pais, deixando claro que o trabalho realizado com os alunos é qualidade.

A escola possui excelentes instalações físicas, bons professores e bons índices de aprovação em vestibulares. Meu filho adolescente não se entusiasma com a maioria das aulas naquele colégio, onde fica sentado numa sala com bancas enfileiradas durante as manhãs. Gosta da escola devido aos amigos de turma e à prática de esportes.

A escola tem duas salas com computadores ligados à internet, uma biblioteca com internet wireless no recinto e um portal institucional pouco atrativo, quase sem interatividade, obsoleto em tempos de web 2.0. Alguns poucos professores alimentam de vez quando blogs de suas disciplinas, por esforço próprio.

Os duzentos pais que estavam na reunião são menos de um décimo da comunidade de famílias daquela escola. Com certeza muitos não compareceram porque o local e o horário da reunião foram incompatíveis com os compromissos de cada um. Certamente poucos daqueles duzentos guardaram apenas fragmentos da maior parte da informação veiculada naquelas duas horas, pois a memória humana é muito limitada. Além disso, foram informações quase sem contexto e impessoais, lembrando uma linha de montagem da primeira metade do século passado. Os professores do meu filho não me conhecem como pai e pouco sei sobre eles.

A Assimilação de novas tecnologias da informação e comunicação pela escola
A escola de hoje poderia atingir melhor seus objetivos por meio do uso de novas tecnologias? Acredito que sim.

Mas isso implicaria em mudanças estruturais acentuadas, como por exemplo:

Aulas mais longas, quebrando a grade de aulas de cinqüenta minutos, que misturam assuntos diversos em pouco tempo, sem espaço suficiente para consolidação da aprendizagem através de práticas individuais e colaborativas.

Menor passividade dos aprendizes, através de atividades com objetos concretos e com tecnologias da informação e comunicação. Há exemplos animadores, como o uso de um computador por aluno, forçando professores tradicionais a adaptarem-se a aulas mais participativas e menos expositivas.

Uma relação mais densa dos professores com a escola – hoje muito mais de empregados que dão aulas do que de parceiros no planejamento e execução de atividades educativas com aprendizes individualizados.

Trocas pedagógicas de professores com alunos e a formação continuada de educadores com o uso de recursos tecnológicos.

Tais mudanças exigiriam redução no tamanho de turmas e mais investimento em recursos educacionais. Mudanças na relação com os professores implicariam em melhores salários e maior dedicação do docente a uma mesma escola. Assim, o maior obstáculo a mudanças talvez seja o financiamento da educação – para os pais no caso de escolas particulares e para o Estado em relação a escolas públicas.

Não me deterei nas mudanças possíveis no tocante ao ensino e a aprendizagem, pois já existem muitas experiências de sucesso com o uso de recursos didáticos informatizados nas várias disciplinas. Retomando o exemplo da reunião de pais, focalizarei aqui uma maior aproximação da escola com as famílias através de tecnologias da informação e comunicação.

Novas Tecnologias, Escola e Família
Como pai, eu gostaria de utilizar um ambiente à distância que virtualizasse a escola nos seus aspectos, a partir do prédio. Algo tipo Second Life, porém muito melhor, pois não seria um mundo de bonecos avatares e contatos faz-de-conta com anônimos de lugares desconhecidos. Lembrando a criança que referi no começo, seria um mundo que reconstruísse no espaço virtual a escola do mundo real, povoada por pessoas com rostos e nomes, com as quais seria possível também relacionar-se eventualmente face a face, numa reunião de pais e educadores ou num encontro festivo. Relacionamentos concretos eventuais, porém mais densos, pois teriam como fundamento conhecimentos construídos em trocas virtuais personalizadas.

Assim, qualquer pai, mãe, professor ou aprendiz poderia visitar os vários setores da escola utilizando representações mentais de um ambiente real, mas sem as limitações do mundo concreto. Não haveria necessidade de “aprender informática”, pois bons ambientes virtuais são intuitivos. Por exemplo, como pai eu poderia entrar na sala de professores do segundo andar e conhecer cada um através de fotos, vídeos, programas da disciplina, trocas de e-mails ou em um fórum. Essa interação poderia ser feita de qualquer lugar, em qualquer dia e a qualquer hora. Pais que hoje são ausentes tornar-se-iam presentes à escola a partir do conforto de suas casas ou da sala de embarque de um aeroporto remoto. Os educadores, por sua vez, também estariam em contato com os pais sempre que desejassem.
Um lugar virtual onde eu pudesse não somente interagir com professores, gestores, educadores de apoio e com outros pais, mas também conhecer mais de perto o conteúdo do dia-a-dia da sala de aula do meu filho.

Ações planejadas para o ano escolar poderiam ser enriquecidas com a contribuição de muitos, colaborando com a escola num espírito comunitário “wikipediano”, socializando conhecimentos. Um pai engenheiro, por exemplo, poderia colaborar com um professor de Física e com o grupo de estudo do seu filho. Com a vantagem de ter à disposição registros multimídia de trocas passadas, com enorme ganho para a memória da escola, das famílias, da comunidade e num plano mais remoto, da História da Educação. Maior relacionamento dos pais com a escola, particularmente do pai e da mãe com pouco tempo físico para seus filhos, teria reflexos nas relações familiares concretas, enriquecidas com mais conhecimento do cotidiano.

Um ambiente virtual adequado potencializaria ações de professores e educadores de apoio, gestores, funcionários, alunos. Um professor poderia acessar perfis acadêmicos dos alunos antes mesmo do primeiro dia de aula. Cada aluno poderia interagir com colegas de turma com interesses semelhantes, com professores e gestores, com a biblioteca escolar. Também poderia participar interativamente de aulas nas ocasiões, devidamente justificadas, em que não pudesse estar fisicamente presente.

Como pai eu gostaria de vivenciar uma biblioteca escolar ajudado por bibliotecários que contribuíssem para estimular o gosto pela leitura (e pela escrita) na comunidade escolar, particularmente entre os alunos. Onde todos pudessem consumir e também retribuir para o acervo comum, depositando produções dos alunos, dos professores, da comunidade. Onde fosse possível comentar livros didáticos e paradidáticos adotados, apontar vantagens e fraquezas, sugerir contextualização de conteúdos genéricos para o particular do seu estado, sua cidade, seu bairro, sua escola, seu tempo presente. Onde pudessem ocorrer trocas entre leitores de qualquer idade e sugestões de novas aquisições.

Mas as interações poderiam ser também com ambientes extra-escola – portais públicos e particulares, espaços virtuais de outras escolas e de outros setores sociais, wikis os mais diversos, no espírito do que o francês Pierre Lévy chamou de cibercultura.

Idealizo um projeto de assimilação gradativa de novas tecnologias pela escola pautado pelo equilíbrio: sem o tecnicismo e o alheamento da realidade provocado pelo encantamento com novos objetos técnicos e, no pólo oposto, sem a unilateralidade saudosista, também alienada, daqueles que vêem apenas perigos nas novas tecnologias em suas várias formas.

Antevejo uma escola motivadora da aprendizagem, integrada ao mundo dos nativos digitais, promotora da integração de adultos imigrantes – pais, mães, educadores e comunidade. Um espaço que vá muito além do físico, potencializado e humanizado pelas Tecnologias da Inteligência. Onde a pedagogia da autonomia e da problematização do conhecimento idealizada por Paulo Freire e por outros educadores possa ser uma realidade para todos.

Referências
FREIRE, Paulo (1996). Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. SP, Paz e Terra.
LÉVY, Pierre (1990). As Tecnologias da Inteligência. SP, Editora 34.
LÉVY, Pierre (1997). Cibercultura. SP, Editora 34.
PAPERT, Seymour M. (2008). A Máquina das Crianças: Repensando a Escola na Era da Informática (2a edição revisada). Porto Alegre, RS, Artes Médicas. Prefácio de Paulo Gileno Cysneiros. (original 1993; 1ª edição brasileira 1994).
PIAGET, Jean (1979). A Construção do Real na Criança. Rio, Zahar.

O autor
Paulo Gileno Cysneiros é professor aposentado do Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco. Atualmente é Pesquisador Associado do Projeto Liber, do Departamento de Ciência da Informação da UFPE. Membro do Comitê Assessor do Projeto UCA- Um Computador por Aluno, da SEED/MEC. Representante do Brasil na Rede Iberoamericana de Informática Educativa (www.ribie.org). Foi coordenador do núcleo do Projeto Educom na UFPE e bolsista do CNPq. Foi Professor Visitante na Universidade Federal da Paraíba, na Universidade Estadual Vale do Acaraú, Ceará e na Universidade Tiradentes, em Aracaju.

Email: cysneiros@ufpe.br

11 Comentários

Maurício Guimarães diz:

Parabenizo o autor do artigo e ao mesmo tempo sou solidário com o seu pensamento de uma "nova escola". A mudança é um caminho sem volta nas bases do ensino escolar. Ensino/participação sim. Ensino/interação sim. Sala de aula convencional é chata, cansativa, improdutiva e desmotivadora para ambos os lados, professores e alunos.

Lilian Ivana Born diz:

falta um trabalho em rede", "falta capacidade de dialogar, de aprender com os diferentes, com os que pensam diferente de nós, sem que levemos para o lado pessoal as discordâncias". Mas...ainda bem que existem fóruns como este e espaços para o diálogo e discussão desses novos espaços tempo, que, apesar de ainda confusos aos nossos olhos...novas perspectivas se esboçam se buscam. E que novas iniciativas de escolas em busca de novos caminhos também se fazem presentes, ainda que de forma incipiente.

Lilian Ivana Born diz:

continuada, falta de estrutura para colocar em prática o grande projeto que é incluir em classes regulares crianças com necessidades especiais ou com algum tipo de deficiência, etc. Por outro lado, vejo que os profissionais da educação também colaboram para a perpetuação dessa escola arcaica e comodista, pois quando se fala em formação são poucos os interessados, ainda que gratuitas e, mesmo tendo laboratório de informática, são poucos os que o utilizam. E, como dizem os palestrantes do fórum,

Lilian Ivana Born diz:

Logo, se pensarmos numa reivenção da escola, há de se pensar na mesma mediada pelas novas tecnologias e por novos processos de interação social, assim como nos mostra o autor no artigo. No entanto, penso que estamos longe de tal estágio...infelizmente o que temos é alunos chegando com inúmeras dificuldades de aprendizagem, desestruturação familiar, baixa valorização profissional, bem como baixo investimento em Educação, em seus mais diversos aspectos - pouco espaço e incentivo à formação continu

Lilian Ivana Born diz:

O artigo é interessante, mas um tanto distante da realidade de nosso sistema de ensino, da realidade de nossas escolas. A escola, durante muitos anos, tem sido e tem se considerado o espaço do aprendizado, do conhecimento, espaço esse considerado sagrado. No entanto, encontra-se, atualmente, em desvantagem diante da velocidade da informação, das novas tecnologias, das novas formas de interação...e eu diria, "em cheque", tendo de repensar seu papel nessa sociedade contemporânea.

ALICE OLIVEIRA diz:

EU AQCHO UM OTIMO SITE TANTO DE APRENDIZADO COMO DE CULTURA POR ISSO MEUS NETOS TERAM ESSA TECNOLOGIA


DE ;ALICEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE

Adriana Aleixo diz:

continuando

Creio que ela será bem melhor para o futuro de nossos netos. Precisamos injetar, preparar futuros professores nas universidades para essa nova realidade.Como cidadã procuro fazer a minha parte.Pode ser que eu não veja, mas com certeza deixarei a semente plantada. Parabéns prof° Paulo pelo o artigo, precisamos com certeza de uma escola mais tecnológica e humanizada.

Adriana Aleixo diz:

continuando

A sala de informática tornou-se um espaço de brincadeiras e passar de horas. Na escola onde trabalho pouco se investe em tecnologia, aliás não se investe. Computadores sucateados, professores que odeiam ouvir a palavra “laboratório de informática”.pois isso significa trabalho e muito trabalho! Precisamos mudar essa realidade, mas confesso que me sinto impotente diante de tantas dificuldades que hoje permeia a escola...

Adriana Aleixo diz:

Fico a imaginar como seria a escola abordada no artigo e chego a conclusão que ainda estamos muito longe da realidade em que a tecnologia seja uma forte aliada entre família e escola. Nossas escolas ainda permanecem alicerçadas em concepções extremamentes arcaicas. Poucas investem nessa área e ainda os professores não se sentem preparados ou não querem utilizar tecnologias. Muitos até concordam que as aulas no laboratório de informática são mais atrativas, despertam mais interesses nos alunos...

Renata Aquino diz:

O artigo e o debate trouxeram um ponto muito importante que é repensar as posições conservadoras sobre tecnologias na escola. Na era da mobilidade não cabem mais os velhos PCs trancados em laboratórios. Há ainda muita reflexão a ser feita sobre isso.

alisson silva diz:

Em primeiro lugar, gostaria de parabenizá-lo por esse artigo que me fez entender mais um pouco sobre o Desenvolvimento Humano.

Em segundo lugar, sou grato pelos seus ensinamentes. Fui com muita satisfação aluno, no qual, aprendi muito e nunca esqueci dos seus ensinamentos.

Alisson Silva

PARTICIPE DO FÓRUM VIRTUAL:
  1. Code carregar outra imagem