“Hoje, nós temos uma questão muito importante na escola: é o que chamo de abandono afetivo, na forma que a escola organiza a aula. E os videogames trabalham a captura do imaginário de uma forma altamente engajante”, afirma o professor de psicologia da Universidade Federal do Pernambuco (UFPE) Luciano Meira.

Na entrevista, o pesquisador explica como a educação pensada a partir da gamificação pode ser um processo divertido, dialógico e responsivo, tanto para os alunos quanto para os professores, e traz exemplos práticos de sua aplicabilidade. Também, aponta quatro elementos que a escola precisa para começar a trabalhar com jogos na aprendizagem.

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