Desde o final de 2015, quando as mobilizações de estudantes contra a política de reorganização escolar adotada pelo Governo do Estado de São Paulo eclodiram, temas como o racismo, a homofobia e questões de gênero parecem ter chegado nas escolas para ficar. Atentos a esses movimentos, os professores da EE Professor Evandro Caiafa Esquivel, em Diadema, na região metropolitana de São Paulo, passaram a abordar o machismo e os direitos das mulheres.

Os professores buscaram articular a temática com os conteúdos das diferentes disciplinas. Nasceram, assim, projetos que questionam o machismo nas letras de funk e nas práticas esportivas, jograis, poemas e peças de teatro que valorizam a história de mulheres que combateram discriminação e a violência de gênero. De acordo com educadores e alunos, isso ajudou meninos e meninas a reconhecerem e se posicionarem diante de situações opressivas para a mulher e a ter um olhar crítico em relação a representação que é feita do gênero feminino em diferentes meios.

0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments

Talvez Você Também Goste

Contação de histórias ajuda a ensinar cultura africana na escola

Como implementar a lei do ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas?

Qual o papel da escola no combate à violência contra crianças?

Receba NossasNovidades

Receba NossasNovidades

Assine gratuitamente a nossa newsletter e receba todas as novidades sobre os projetos e ações do Instituto Claro.