Brincar, fazer piada, caçoar de colegas e professores são tipos de comportamento comumente chamados de “zoeira” pelas crianças e adolescentes. Mas quando ela é aceitável como parte do processo de socialização e quando ela passa a ser prejudicial? “A escola precisa primeiro entender em que consiste essa zoeira e, em segundo lugar, perceber até que ponto ela pode ou não ser tolerada”, diz o professor do curso de ciências sociais da Unifesp Alexandre Barbosa Pereira. Ele é autor do livro “A Maior Zoeira na Escola”, finalista do prêmio Jabuti de 2017 na categoria educação.

De acordo com o também pesquisador, é preciso saber diferenciar a zoeira como um comportamento desafiador, natural da adolescência, e condutas que trazem consigo elementos de perseguição, preconceito ou racismo. Na entrevista, Pereira responde a cinco perguntas sobre juventude e educação.

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