Segundo os dados, 27% declaram ter sofrido agressão na escola e 73% foram xingados devido à sua orientação sexual. Além disso, 68% receberam xingamentos por conta da identidade ou expressão de gênero, e 25% foram agredidos fisicamente pela mesma razão. O relatório também apontou que 56% dos estudantes LGBT sofreram assédio sexual na escola.
 
Quanto ao apoio dos educadores, 42,4% dos ouvidos informaram a instituição sobre as agressões alguma vez. Apenas 18,7% indicaram que informou “sempre” ou “quase sempre” professores, diretores ou coordenadores quando ocorreu agressão ou violência.
 
A pesquisa foi realizada pela Secretaria de Educação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT).
 
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